Notas sobre os moradores expulsos do prédio da TELERJ

Dia 18/4, às 2h da manhã, a Guarda Municipal (com o apoio da Tropa de Cheque da PM) retirou à força os moradores/as da Favela da Telerj, que estavam na rua ao lado da prefeitura.

Em uma semana, os moradores/as foram removidos de três locais diferentes e sofreram inúmeras agressões da PM e da GM. Ameaças de morte, inclusive.

As imagens mostram todo o aparato mobilizado pela prefeitura para retirar cerca de 50 famílias que lutam por moradia.

A repressão contra famílias com crianças, bebes de colo (bebe de 2 meses!) e, inclusive, mulheres grávidas, demonstra o que o governo é capaz de fazer para manter seus lucros e parceiros.

 

 

Hoje, dia 18/04, na negociação com a Igreja, que literalmente ofereceu as mesmas condições estapafúrdias da prefeitura, ficando evidente (ainda mais) o seu claro envolvimento com o governo, acabou revelando mais uma “faceta” da parceria Estado-Igreja (Igreja-Estado).

O homem que na foto ao fundo aparece encostado num poste usando o celular, no momento das agressões e expulsão dos moradores/as, é o mesmo que o padre apresentou como representante da prefeitura para negociar com os moradores/as.

É simplesmente absurdo! Piada. O homem que horas atrás participou da covarde remoção da GM e PM , na rua ao lado da prefeitura, contra os moradores/as da Favela da Teler, foi horas depois apresentado como a “solução” para os moradores/as pelo padre!

Igreja-Estado caso telerj

Na Catedral, P2 que ameaçou militante durante a feijoada de Páscoa hoje na Catedral Metropolitana do Rio:

OCUPA TELERJ – CATEDRAL METROPOLITANA – AMEAÇA (de Anonymous Rio) (21/4/14)

ameaças na Catedral ameaças na Catedral 2

Nota da FIP sobre o “novo” vídeo do PSTU-RJ.

O vídeo divulgado pelo PSTU apenas reforça as mentiras e leviandades contra a FIP. O acusacionismo inconsequente e sem provas desse partido evidencia aquilo que já havíamos dito: a FIP não atacou a sede do PSTU. O vídeo demonstra uma das formas mais manipuladoras usadas inclusive pela Rede Globo e a mídia tradicional, chamada de “indução ao erro”. Vejamos:

  1. As imagens comprovam que a afirmação que consta na nota do PSTU de que havia 45 militantes da FIP é mentirosa.
  2. A FIP nunca afirmou que o PSTU agrediu “militantes da FIP”. O que diversas pessoas afirmaram é que o PSTU ameaçou e agrediu manifestantes. Aliás, no início do vídeo, o PSTU parece partir do princípio de que todos ali são da FIP, quando constatamos que não há militantes que atuam na FIP no contexto da discussão mostrado no vídeo.
  3. Essas pessoas afirmaram, em diversos momentos, que as ameaças e agressões do PSTU contra manifestantes ocorreram na manifestação e não na Lapa.
  4. Aqueles que o PSTU indica como “militante da FIP 1” e “militante da FIP 2” não participam da FIP. Portanto, o “plano de sair dali e retornar depois” que o PSTU diz existir no vídeo e que teria sido proposto pelo militante #1 não é afirmado por ninguém que milita na FIP.
  5. O vídeo mostra que não há militantes do MEPR, organização que o PSTU acusou desde o início. Ou seja, a falta de compromisso do PSTU com a verdade e sua tentativa de atacar e criminalizar organizações e movimentos é constante.
  6. Apenas uma pessoa que aparece no vídeo já participou de espaços abertos da FIP (plenárias). Como o próprio vídeo mostra, ele não está lá em nenhuma ação da FIP nem agiu em nome da Frente. As deliberações da FIP ocorrem em plenárias, que são abertas. Se o “plano de sair dali e retornar depois”, como sugere o vídeo, teria surgido espontaneamente naquela noite, como foi uma ação da FIP?
  7. Ao final, o PSTU usa novamente a palavra “atentado”. Reafirmam sua má-fé. O vídeo é conclusivo em mostrar que não houve nenhum “atentado”.
  8. Por que o PSTU não disponibiliza o registro de ocorrência que realizou e seu conteúdo?

O PSTU permanece com suas mentiras, forjando provas. Longe de defender a democracia operária, quer manipular as informações de forma leviana para atacar organizações, movimentos e militantes que divergem dele. Ficou evidente que seu compromisso não é com a verdade e, sim, em imputar à FIP a responsabilidade pelo que aconteceu. Mas, com isso, transparecem as contradições. As imagens são claras: a FIP NÃO PARTICIPOU dos acontecimentos.

Tendo esclarecido os fatos, a FIP informa que não continuará nessa discussão. Nossa preocupação e foco é com a luta do povo, com a classe trabalhadora e com a revolução.

Viva a luta popular!

MAIS UMA VITÓRIA IMPORTANTE NA BATALHA PELA COMPROVAÇÃO DA INOCÊNCIA DE JAIR

O julgamento de Jair Baiano, que teria acontecido em 02 /04/14, foi cancelado em virtude da SUSPEIÇÃO arguida contra a promotora Maria Helena Rodrigues Silva Biscaia,agora aceita pela mesma,estando a partir de agora afastada do julgamento por sua evidente parcialidade.

A promotora carcereira, Maria Helena Biscaia ,comprova com essa  atitude estar mais para socióloga de direita do que para fiscal da lei.A inusitada promotora ainda teve a petulância de ingressar na 38ª Vara Criminal com ação contra os advogados André de Paula e Marino D’Icarahy por calúnia, difamação e concurso material.Trata-se de uma tentativa vil de calar os advogados com esta evidente criminalização do movimento social.

A ação impetrada pela arbitrária promotora é na verdade violação intolerável e teratológica das prerrogativas concernentes à ampla defesa.

Atenciosamente,
André de Paula
Frente Internacionalista dos Sem Teto

15-04-14 Sem Saúde, sem Educação, sem Transporte, sem Moradia: Não Vai Ter Copa! Ato RJ-SP Juntos na luta!

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Jogral RJ-SP, SP-RJ, juntos na luta! (lido em ambos os atos):
Ontem, no ato SEM SAÚDE, SEM EDUCAÇÃO, SEM TRANSPORTE, SEM MORADIA, NÃO VAI TER COPA!”SÃO PAULO E RIO DE JANEIRO SE JUNTAM PARA DIZER QUE AS REMOÇÕES NÃO FICARÃO EM VÃO, QUE SE NÃO TIVER SAÚDE NÃO VAI TER COPA.COMPANHEIRO DO RIO SÃO PAULO TE SAÚDA! COMPANHEIRO DE SÃO PAULO O RIO TE SAÚDA! COMPANHEIROS DO BRASIL UNIDOS DEPOIS DE JUNHO AVISAMOS: QUEREM JOGOS EM TODO BRASIL, FAREMOS PROTESTOS EM TODO BRASIL!RICOS DO BRASIL E DO MUNDO DIZEM ATRAVÉS DO GOVERNO QUE A COPA É DE TODOS OS POVOS MAS É O POVO POBRE QUE É REMOVIDO DE CASA É A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA QUE É RASGADA É O NOSSO DIREITO DE MANIFESTAÇÃO QUE É PROIBIDO.O GOVERNO NÃO DIZ MAS O LUCRO DA COPA É SÓ DAS EMPREITEIRAS E A DÍVIDA É SÓ DO POVO.

200 MIL PESSOAS SERÃO REMOVIDAS DAS CASAS ONDE VIVEM PARA A CONSTRUÇÃO DE PARQUES DE DIVERSÃO PARA RICOS.
O FANTOCHE DA FIFA DISSE QUE A COPA É FEITA DE ESTÁDIOS E NÃO DE HOSPITAIS, MAS O POVO RESPONDE AO GOVERNO E À FIFA QUE UM PAÍS É FEITO DE HOSPITAIS E NÃO DE COPA.
HOJE O POVO VIVE COM MEDO, QUANDO CLÁUDIA E AMARILDO NÃO SÃO MORTOS PELA POLÍCIA MORREM NA FILA DOS HOSPITAIS E DOS POSTOS DE SAÚDE.QUE O DINHEIRO DO TRABALHADOR SEJA USADO NA SAÚDE, NA QUALIDADE DE VIDA E NA DIGNIDADE FÍSICA.QUE O IMPOSTO DO POBRE VÁ PARA A MELHORIA DO S.U.S. E NÃO PARA LEITOS DOS RICOS NOS PLANOS DE SAÚDE. SEM SAÚDE PÚBLICA DE QUALIDADE PARA TODOS NÃO VAI TER COPA!GOVERNO E FIFA VÃO SE DAR MAL! NÃO VAI TER COPA SEM HOSPITAL!”
foto0530 NVTC SP

 

 

NOTA DE REPÚDIO À CRIMINALIZAÇÃO DA FIP-RJ PELO PSTU


A Frente Independente Popular do Rio de Janeiro (FIP-RJ) repudia as acusações levianas e mentirosas publicadas pelo PSTU. Afirmamos que a FIP-RJ não atacou a sede do PSTU e não possui qualquer envolvimento com o fato ocorrido. São gravíssimas e irresponsáveis as acusações desse partido contra nós, uma vez que criminalizam ativistas e organizações populares, fazendo de fato o jogo do governo e da repressão. O PSTU tem a prática de desqualificar organizações e movimentos combativos, porém, agora, e sem quaisquer provas, acusam a FIP-RJ e o MEPR de ter cometido um crime. Levaram tais acusações à polícia, legitimando essa instituição assassina como autoridade diante do movimento social.

Há dois meses da Copa, quando o movimento popular mais deveria estar coeso, o PSTU reproduz sua prática divisionista. Enquanto acusam a FIP-RJ de fascistas, fazem unidade com o PT e o PCdoB, em atos e em discursos, como no próprio dia 1 de abril. Os governistas e o PSTU recusaram-se a ir em direção ao clube militar. Marilena Chauí e Ciro Garcia possuem a mesma argumentação a respeito da juventude combatente.

Cobrar solidariedade da FIP-RJ em relação ao que aconteceu em sua sede realizando acusações oportunistas contra a própria FIP-RJ é, no mínimo, contraditório. Aliás, o PSTU nada falou quando a polícia invadiu a Aldeia Maracanã, interrompendo o Encontro da FIP-RJ.

Esclareça-se que quando militantes da FIP-RJ, inclusive petroleiros, tentaram estabelecer um diálogo para afirmar que a FIP-RJ NÃO PARTICIPOU do ataque à sede do PSTU, numa atividade no Sindipetro, foram barrados por membros desse partido. O PSTU afirma defender a democracia operária, mas reproduz práticas antidemocráticas e acusacionistas, negando até mesmo o direito de defesa.

No momento em que tramita no Congresso Nacional a lei antiterrorismo e as tropas federais sitiam o Rio de Janeiro, definir como “atentado” o que aconteceu na sede do PSTU é proposital e corrobora com a escalada repressiva. Ou seja: o PSTU acusa a FIP-RJ e o MEPR de serem autores de um “atentado”. Não aceitamos essas mentiras! Não passarão!

A FIP-RJ tem construído na prática uma unidade nacional antifascista. Interrompemos o desfile militar de 7 de setembro de 2013; participamos ativamente dos processos de greve da classe trabalhadora, como professores e garis; fizemos inúmeras atividades em solidariedade às favelas de Manguinhos, Metrô-Mangueira e outras; defendemos o território indígena da Aldeia Maracanã e seu projeto de Universidade Indígena; convocamos a marcha antifascista no Rio de Janeiro, em 22 de março; realizamos diversas atividades em defesa da libertação de todos os presos políticos. Tudo isso demonstra que somos uma Frente séria, combativa e comprometida radicalmente com a luta do povo.

Exigimos uma retratação pública do PSTU a respeito das acusações mentirosas que lançou e a publicização do boletim de ocorrência registrado na delegacia.

Convocamos as organizações e indivíduos comprometidos com a luta a se posicionar a respeito desses graves episódios. 

Convidamos a todos e todas a participar do ato público contra a criminalização da FIP-RJ e da juventude combatente, no próximo dia 08 de abril. Não permitiremos que essas práticas oportunistas e policialescas prevaleçam no movimento social.

Viva a luta popular!
FIP-RJ – abril de 2014

NOTA GLP SOBRE A ABSURDA CAMPANHA DE CRIMINALIZAÇÃO A JUVENTUDE COMBATENTE

NOTA GLP SOBRE A ABSURDA CAMPANHA DE CRIMINALIZAÇÃO A JUVENTUDE COMBATENTE

Bravos companheiros da FIP e do movimento popular combativo em geral,

Escrevemos aos companheiros na ocasião deste importante ato de repúdio a criminalização da juventude combatente, em virtude da ausência de nossos companheiros que encontram-se hoje  trabalhando fora da cidade do Rio.

Gostaríamos de fazer coro e repudiar em uníssono toda e qualquer tentativa de criminalização do movimento popular de nosso país que no último período tem se levantando em luta demonstrando que o povo não aceita todo essa estado de exploração e opressão.

Ao longo dessa trajetória que trilhamos nos últimos meses temos cada vez identificado nossos amigos, forjando importantes alianças que propiciam a elevação da qualidade do protesto popular, mas também temos encontrado a cada dia novas hordas de traidores, que se dizem defensores do povo, mas que cada vez mais se põem ao lado da reação.

A postura que os trotskistas do PSTU assumiram com esse recente episódio na sede de seu partido, nada mais é que uma continuidade dos sucessivos ataques desferidos pelos mesmos contra todos aqueles têm tomado as ruas e não têm aceitado a violência policial e os conchavos com o governo, tal como eles fazem diuturnamente. Primeiro lançaram uma paranoia de que o movimento popular oriundo das jornadas de junho estava tomado por fascistas, numa clara tentativa de fazer esvaziar o movimento. Depois passaram a ocupar as páginas de seu periódico com um debate inconsequente de condenação à tática black block, mas silenciando-se frente aos atos de grotesca violência daqueles que eles denominam “trabalhadores de farda”. Na manifestação do dia 15/10/2013 voltaram seus escudos contra a juventude combatente que buscava chegar próxima ao carro de som onde ia intervir um militante da FIP, numa postura agressiva como se estes fosse seus inimigos.

O fato é que os trotskistas do PSTU têm com isso tudo gerado um clima de hostilização no seio do movimento popular, onde colocam fascistas e lutadores num mesmo saco, fazendo coro com os rótulos de “baderneiros” e “vândalos” que a tv globo tanto tem propagado. A direção oportunista desse partido conseguiu enfim fazer com que seus militantes passassem a ver os manifestantes combativos como inimigos, hostilizando aqueles que se aproximam de suas fileiras durante as manifestações. Não pode ser por outra razão que eles agrediram 3 jovens no dia 1º de abril.

O que se deu na sequência disso, em nossa visão, é que mais uma vez foram extremamente oportunistas no tratamento que deram a ação realizada por alguns ativistas em sua sede. Os morenistas do PSTU tem utilizado tal evento para vomitar todo o seu ódio represado à juventude que vai ao combate sem temer. Isso é uma demonstração do desespero que passam para tentar reverter às inúmeras perdas de militantes que têm sofrido, enquanto cada vez toma mais vulto as mobilizações combativas da FIP, do MEPR e de tantas outras organizações que compõem a Frente.

Trata-se de um incremento na ação policialesca que já praticam a tantos anos, expondo agora publicamente a identidade de militantes e tratando os problemas políticos na esfera criminal. Não tardará para apoiarem a aprovação da lei anti-terrorismo.

As calúnias desse partido têm sido tão absurdas e ao mesmo tempo tão rasas, que não aceitam que seja exposta qualquer forma de esclarecimento acerca das acusações em seus fóruns “democráticos”. No último dia 02 de abril, dois petroleiros, dentre eles um militante do GLP, foram impedidos de adentrar nas dependências do Sindipetro-RJ para participar do debate público sobre os 50 anos do golpe militar – que se transformou no tal  “ato de desagravo ao PSTU”. Tínhamos a intenção de responder as falsas acusações provando que a FIP não tem qualquer responsabilidade sobre o ocorrido a sede do PSTU. Mas o que houve é que fomos hostilizados por um batalhão de militantes do PSTU colocado na porta da entidade, transformando o sindicado dos trabalhadores petroleiros em propriedade privada da organização deles.

A título de esclarecimento, declaramos que esse companheiro do GLP mencionado estava junto dos companheiros do MEPR no IFCS, realizando um balanço do ato de 1º de abril, enquanto ocorriam os distúrbios na sede do PSTU, atestando que os militantes desse movimento não tiveram qualquer participação nos eventos na sede do PSTU.

Repudiamos todas as práticas desferidas pelo PSTU desde o dia 1º de abril e cobramos que se retratem cedendo espaço em seu jornal periódico para que a FIP possa esclarecer todas as falsas acusações.

A elevação do protesto popular em nosso caminho entrou em uma rota irreversível. O caminho eleitoreiro e sindicalesco do PSTU só tem ladeira abaixo.

A verdade se comprovará, a luta prosseguirá, os oportunistas cairão, a revolução triunfará!

 

Macaé, 02 de abril de 2014.

GLP – Grupo de Luta dos Petroleiros

Brazil: Note on lies told about FIP-RJ and MEPR revolutionaries by the PSTU political party

We were surprised this morning by a note published on the PSTU’s website attacking the Independent Popular Front of Rio de Janeiro ( FIP-RJ ) and the Popular Revolutionary Student Movement ( MEPR ), with the bizarre accusation that these groups attempted to break into their office last night. In a note that does not provide any evidence of guilt, it says:

“Last night, about 40 bullies admittedly linked to FIP tried to invade our headquarters, breaking windows and objects, and threatened about 10 PSTU militants who were inside.” And later: “This was an attack on the headquarters of an organization of revolutionary struggle and that has always been part of the struggle of workers, women, blacks and the LGBTs, it’s fascist political organizations like MEPR and FIP that only strengthens the policy of the rich and powerful, to divide and criminalize social movements and leftist parties. ”

We say beforehand that the only information we had about the episode were reports of some people who said that militants of PSTU attacked three Black Bloc activists in dispersing of yesterday demonstration, a fact that the PSTU Note, incidentally, does not clarify. We don’t need to justify ourselves to this group, with which we do not maintain any political or ideological identity. Just to show the falsehood of this argument, we note that yesterday, coincidentally, after the demonstration, militants of MEPR were in a meeting in IFCS, in the presence of several representatives of the popular press and activists from various streams. After, also, we went to the National Law School, where the delivery of Chico Mendes’ Medal happened, and several people who do not militate in our chain can confirm it. As seen, the direction of PSTU chose a bad time to attack us.

We know that revolutionaries are based in fact, while all the opportunists and reactionaries use lies as a weapon, par excellence, in the political struggle. Ideologically and morally defeated by the days in June – when it was unmasked as a phony socialist group (all talk but no action), primarily concerned with bourgeois pacifist and reformist electioneering – the directors of PSTU are trying to regain some credibility at the expense of those who for months have faced – on the front lines – police repression, arrests and processes from the old reactionary state. And they turn, without feeling ashamed, to the handling and criminalization of activists, just like the reactionaries of the state and mainstream media. It is no coincidence that many honest militants have abandoned their ranks in recent months.

But this will backfire again. They say that “provocateurs” (typical police parlance) admittedly linked to FIP tried to “invade” their headquarters.
Prove, lords, the truthfulness of what you say! What banner, poster or any material made those people openly activists linked to FIP? Prove that any militant Popular Revolutionary Student Movement ( MEPR ) was in your headquarters or surroundings last night! Prove through any video, photo or other means that what you say is not an outright lie! How they lie, they cannot do it, which only will increase their demoralization within the popular movement. That’s right.

We reject the stance of those who attack as much or more the combatant youth than the state itself! We reject the stance of those who have been complicit in the practice of state terrorism against protesters, the swelling chorus of Rede Globo and PT/Pecedobê who are perpetuators of speech against the “vandalism,” and who never criticize the brutal police repression against activists! We reject those that criminalize Black Bloc’s actions and do all their acts in unity with the PT, Pecedobê, CUT and Força CTB, ie, with government forces that protect the impunity of torturers and manage the crackdown today! We reject those who never helped with a single lawyer to release the youth arbitrarily detained by police, except in cases involving its members! We reject those who betrayed the historic strike of teachers in Rio last year for fear of radicalization that rejected their conciliatory posture! We reject those who were silent when the Shock troops invaded the FIP Meeting and the Aldeia Maracanã last December, arresting activists and removing that historical space of resistance! We reject those who have never made any practical measure for campaign for the release of political prisoners and extinction of current legal processes! We reject those who use lies as a weapon in the political struggle, dividing the popular forces and making this game of the government!

We require:

– An Explanation of the episode of aggression on three Black Bloc activists by PSTU militants at the end of the demonstration yesterday ( 01 / 04 ) ;

– Prove – through photos, videos or any other source documented that MEPR militants were yesterday at the headquarters of PSTU or its surroundings at the end of the event;

– Prove that Independent Popular Front (FIP – RJ) has any involvement with said events;

Once the inconsistency of the charges is proven, make a public retraction.

We call on the people’s movement to repudiate and reject these irresponsible, divisive and sectarian practices. Political and ideological differences should be addressed in the field of argumentation, never based on assumptions and insults. There are two months until start of the World Cup and in a framework of military occupation of the favelas, we should focus our attacks on the enemy class, and it is intolerable for organizations that build popular struggle daily to be attacked in such a lightly form.

Popular Revolutionary Student Movement – MEPR , 02/04/2014