NOTA GLP SOBRE A ABSURDA CAMPANHA DE CRIMINALIZAÇÃO A JUVENTUDE COMBATENTE

NOTA GLP SOBRE A ABSURDA CAMPANHA DE CRIMINALIZAÇÃO A JUVENTUDE COMBATENTE

Bravos companheiros da FIP e do movimento popular combativo em geral,

Escrevemos aos companheiros na ocasião deste importante ato de repúdio a criminalização da juventude combatente, em virtude da ausência de nossos companheiros que encontram-se hoje  trabalhando fora da cidade do Rio.

Gostaríamos de fazer coro e repudiar em uníssono toda e qualquer tentativa de criminalização do movimento popular de nosso país que no último período tem se levantando em luta demonstrando que o povo não aceita todo essa estado de exploração e opressão.

Ao longo dessa trajetória que trilhamos nos últimos meses temos cada vez identificado nossos amigos, forjando importantes alianças que propiciam a elevação da qualidade do protesto popular, mas também temos encontrado a cada dia novas hordas de traidores, que se dizem defensores do povo, mas que cada vez mais se põem ao lado da reação.

A postura que os trotskistas do PSTU assumiram com esse recente episódio na sede de seu partido, nada mais é que uma continuidade dos sucessivos ataques desferidos pelos mesmos contra todos aqueles têm tomado as ruas e não têm aceitado a violência policial e os conchavos com o governo, tal como eles fazem diuturnamente. Primeiro lançaram uma paranoia de que o movimento popular oriundo das jornadas de junho estava tomado por fascistas, numa clara tentativa de fazer esvaziar o movimento. Depois passaram a ocupar as páginas de seu periódico com um debate inconsequente de condenação à tática black block, mas silenciando-se frente aos atos de grotesca violência daqueles que eles denominam “trabalhadores de farda”. Na manifestação do dia 15/10/2013 voltaram seus escudos contra a juventude combatente que buscava chegar próxima ao carro de som onde ia intervir um militante da FIP, numa postura agressiva como se estes fosse seus inimigos.

O fato é que os trotskistas do PSTU têm com isso tudo gerado um clima de hostilização no seio do movimento popular, onde colocam fascistas e lutadores num mesmo saco, fazendo coro com os rótulos de “baderneiros” e “vândalos” que a tv globo tanto tem propagado. A direção oportunista desse partido conseguiu enfim fazer com que seus militantes passassem a ver os manifestantes combativos como inimigos, hostilizando aqueles que se aproximam de suas fileiras durante as manifestações. Não pode ser por outra razão que eles agrediram 3 jovens no dia 1º de abril.

O que se deu na sequência disso, em nossa visão, é que mais uma vez foram extremamente oportunistas no tratamento que deram a ação realizada por alguns ativistas em sua sede. Os morenistas do PSTU tem utilizado tal evento para vomitar todo o seu ódio represado à juventude que vai ao combate sem temer. Isso é uma demonstração do desespero que passam para tentar reverter às inúmeras perdas de militantes que têm sofrido, enquanto cada vez toma mais vulto as mobilizações combativas da FIP, do MEPR e de tantas outras organizações que compõem a Frente.

Trata-se de um incremento na ação policialesca que já praticam a tantos anos, expondo agora publicamente a identidade de militantes e tratando os problemas políticos na esfera criminal. Não tardará para apoiarem a aprovação da lei anti-terrorismo.

As calúnias desse partido têm sido tão absurdas e ao mesmo tempo tão rasas, que não aceitam que seja exposta qualquer forma de esclarecimento acerca das acusações em seus fóruns “democráticos”. No último dia 02 de abril, dois petroleiros, dentre eles um militante do GLP, foram impedidos de adentrar nas dependências do Sindipetro-RJ para participar do debate público sobre os 50 anos do golpe militar – que se transformou no tal  “ato de desagravo ao PSTU”. Tínhamos a intenção de responder as falsas acusações provando que a FIP não tem qualquer responsabilidade sobre o ocorrido a sede do PSTU. Mas o que houve é que fomos hostilizados por um batalhão de militantes do PSTU colocado na porta da entidade, transformando o sindicado dos trabalhadores petroleiros em propriedade privada da organização deles.

A título de esclarecimento, declaramos que esse companheiro do GLP mencionado estava junto dos companheiros do MEPR no IFCS, realizando um balanço do ato de 1º de abril, enquanto ocorriam os distúrbios na sede do PSTU, atestando que os militantes desse movimento não tiveram qualquer participação nos eventos na sede do PSTU.

Repudiamos todas as práticas desferidas pelo PSTU desde o dia 1º de abril e cobramos que se retratem cedendo espaço em seu jornal periódico para que a FIP possa esclarecer todas as falsas acusações.

A elevação do protesto popular em nosso caminho entrou em uma rota irreversível. O caminho eleitoreiro e sindicalesco do PSTU só tem ladeira abaixo.

A verdade se comprovará, a luta prosseguirá, os oportunistas cairão, a revolução triunfará!

 

Macaé, 02 de abril de 2014.

GLP – Grupo de Luta dos Petroleiros

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