– 27/04, 18h30, UERJ: Plenária da FIP

Evento: https://pt-br.facebook.com/events/992050977505811/

– 28/04, 18h, IFCS: denúncia contra agressões do PSTU

– 28/04, 15h, Câmara Municipal: mobilização contra a construção do teleférico no Leme em audiência pública

– 29/04, 10h, Bandejão da UFF: denúncia contra agressões do PSTU

– 30/04, 17h, UERJ (Hall do Queijo): Ato em repúdio à covarde agressão do PSTU contra ativistas da FIP

Evento: https://pt-br.facebook.com/events/1381208062209215/

 

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URGENTE: Tekoa Itakupe no Jaraguá pode sofrer reintegração de posse a qualquer momento!

Com informações da FIP-SP

Terra Indígena Jaraguá

Repassando – URGENTE: Tekoa Itakupe no Jaraguá pode sofrer reintegração de posse a qualquer momento!

Durante a semana, o presidente do TRF3, desembargador Fabio Prieto, negou nosso pedido de suspensão de reintegração de posse no Tekoa Itakupe. Com isso, nossas famílias podem sofrer um despejo a qualquer momento.

Na quarta-feira, 22/04 às 15h, teremos uma reunião com a presença do Tito Costa, que diz ser dono de nossas terras, acompanhado da Polícia Militar. A reunião está marcada no 49º Batalhão de Policia Militar Metropolitano, na Av Dr Felipe Pinel, nº 2101, Vila Clarice em Pirituba.

Pedimos a presença de todos os que nos apoiam para pressionarmos este senhor que não respeita nosso direito de vivermos em nossas terras tradicionais!

Nossos xondaros estão preparados e dispostos a lutar com tudo o que podemos para que nossas crianças tenham futuro.

Aguyjevete!

 

Notas de repúdio de diversas organizações ao ataque perpetrado pelos bate-paus do Partido “Socialista” dos Trabalhadores Unificado

Nota do MEPR:

http://mepr.org.br/noticias/movimento-estudantil/981-posicionamento-do-mepr-sobre-a-covarde-agressao-do-pstu-contra-a-fip-e-o-mepr.html

Sobre os fatos:

No último dia 16, ocorria no 9º andar da UERJ uma reunião de uma comissão da Frente Independe Popular, que estava preparando uma atividade cultural na Aldeia Maracanã. Por volta das 21:50 hs, enquanto acontecia a reunião tranquilamente, um bando de 50 militantes e dirigentes do PSTU, sua maioria absoluta de sindicalistas e militantes vindos de fora da UERJ propositalmente, se dirigiu a sala onde a reunião ocorria, sendo que 30 entraram na sala e 20 ficaram do lado de fora (assegurando que ninguém pudesse entrar), e começaram imediatamente as agressões e espancamentos com socos, pontapés e cadeiradas contra os ativistas presentes.

Dentre estes estavam o diretor do Sindipetro, Eduardo Henrique; o segurança da Conlutas Leandro Santos, um sindicalista dos Correios, Daniel Macedo, o candidato sempre derrotado a deputado Júlio Anselmo, um professor do Colégio Estadual Júlia Kubitscheck, Thiago Hastenreiter, dentre outros Dirigentes e militantes que ainda estão sendo um a um identificados.

Durante a covarde agressão, 5 dirigentes do PSTU que enchem suas bocas imundas para falar do combate a “opressões” espancaram ao mesmo tempo uma jovem estudante secundarista de recém completados 18 anos, que apesar de resistir o quanto pôde, ficou com muitas lesões na cabeça. Dentre eles está Thiago Hastenreiter que é nada menos do que professor desta mesma companheira no Colégio Estadual Júlia Kubitscheck! Thiago além de agredir uma mulher, bateu em sua própria aluna!

Além de lesões e feridas nos rostos e nas costas que obrigaram os companheiros a se hospitalizar, um dos companheiros agredidos teve que dar pontos cirúrgicos em um profundo corte na mão. Para completar estes bandidos travestidos de militantes ainda roubaram uma mochila e um celular dos agredidos.

Apesar da brava resistência de todos os companheiros, a horda de bate-paus do PSTU só parou suas agressões com a interferência de seguranças da UERJ e de outros estudantes.

Porque o PSTU cometeu este ato covarde?

Em sua ridícula nota “sobre os acontecimentos na UERJ” o PSTU diz que o MEPR “teria impedido pela violência a participação de dois militantes” em uma assembleia do dia 16 de abril, mesmo dia de suas covardes agressões.

Esclarecemos que nesse dia 16 de abril ocorrera uma Assembleia de estudantes no 9º andar para discutir a agenda de lutas contra a grave crise que enfrenta a universidade. Após perder posição política em dita Assembleia dois militantes do PSTU tentaram implodir a atividade aos gritos e provocações aos nossos companheiros, que defenderam suas posições, sem que qualquer agressão ocorresse.

Reafirmamos e reiteramos que em todos os episódios citados pelo PSTU, não foi cometida, ademais de debates e divergências políticas, nenhuma violência física contra seus militantes. Mais do que isso, desafiamos o PSTU a provar estas acusações fantasiosas contra nosso movimento.

Estas mentiras são apenas uma tentativa de justificar sua covardia injustificável de agredir com 50 pessoas 6 militantes que se reuniam pacificamente, agressão amplamente documentada, com testemunhas, fotos e boletins médicos.

Em sua Nota, o PSTU ainda tenta justificar sua covarde agressão requentando ridiculamente o episódio do “ataque” a sua sede no Rio de Janeiro em abril de 2014. Neste episódio o PSTU acusou sem apresentar qualquer prova, de que o MEPR era responsável por tal ataque, que resultou em um vidro quebrado. Realmente deveríamos relembrar algo sobre este episódio.

Muito mais grave do que a falaciosa tentativa de atacar politicamente o MEPR, atribuindo a nossa organização o ataque a sua insignificante sede, foi o fato pouco noticiado, de que o PSTU realizou uma queixa na polícia civil, contra o MEPR e a FIP! Queixa de crime esta, que compôs uma das peças do inquérito que resultou na perseguição e prisão de 23 ativistas no Rio de Janeiro, se convertendo oficialmente em um dos acusadores do processo de perseguição política.

Para coroar seu papel vergonhoso, e expor esta corrente ainda mais ao ridículo, a própria DRCI (delegacia de repressão a crimes de informática, responsável pelo inquérito e atual DOPS do Rio de Janeiro) recusou a denúncia do PSTU no processo de acusação contra os ativistas por absoluta falta de provas e quaisquer indícios.

O PSTU, na mesma nota chega a lamentável argumentação, choramingar que ouvem desde 2013 chamarem sua sigla de ‘P2TU’ (em uma referência ao papel que cumprem de auxiliares da polícia).

Todos sabem, que esta denominação (justa, diga-se de passagem) para seu partido, bem como o bordão tão repetido em todos os atos em que o PSTU teve “coragem de aparecer” em 2013 (rimando com a última letra de sua sigla), não são criações do MEPR, senão que livre criação das massas em luta (as massas reais, que estavam nas ruas e não aquelas imaginárias “socialistas” e obedientes a sua direção que fantasiam).

Tais tentativas de criar teorias conspiratórias e atribuir todo rechaço a sua corrente como sendo obra do MEPR além de superestimar nossas modestas e aguerridas forças, serve somente para tentar enganar sua militância recente particularmente da juventude, ante a desmoralização de seu partido e sua direção.

Seriam também, todos militantes do MEPR, os autores das mais de 200 mensagens de repúdio ao PSTU e de apoio a FIP e ao MEPR que lotaram a página da FIP e a própria página do PSTU-RJ, fazendo com que passassem desesperadamente a apagar comentários em seu perfil em apenas 24 horas?

Quem tem medo do MEPR e da FIP?

Este ataque a nossa corrente e a FIP, é nada mais do que um ataque desesperado ante a grave crise que vive o PSTU particularmente desde 2013 quando foi enxotado pelos manifestantes das ruas, desmoralizados ante as massas e seus próprios militantes.

E sua nota, o PSTU acusa o MEPR de ser uma corrente ‘sectária’, que se considera os “únicos revolucionários”. Curiosamente o MEPR é um dos fundadores e participantes da Frente Independente Popular, uma frente classista, combativa e independente, composta por nada menos que duas dezenas de organizações e que se conformou como um polo de lutas combativas, que se manteve mesmo sob ataques por causa de todas as bandeiras das jornadas de lutas de junho de 2013 levantadas, movendo as grandes campanhas “Fora Cabral e a farsa eleitoral!”, “Não vai ter Copa!”, e “Não vote! Lute pela revolução!” a última gerando graves prejuízos aos interesses eleitoreiros do PSTU, uma vez que o Rio de Janeiro registrou uma das maiores taxas de boicote do país. Nós perguntamos, onde estava o PSTU durante a Copa do Mundo? Onde estava o PSTU quando as prisões e perseguições políticas se abateram sobre o movimento popular?

Enquanto seu partido repudiado nas ruas, enrolava envergonhadamente suas bandeiras passando a chamar os manifestantes do povo de “direita”, pelos simples fato de terem repudiado seu oportunismo, os militantes e ativistas do MEPR estavam ombro a ombro com as massas, enfrentando a brutal repressão encimados por nossas gloriosas e combativas bandeiras vermelhas.

O MEPR, juntamente com a FIP e as organizações que a compõe tem sido um dos principais alvos das perseguições políticas do governo Pezão/Cabral – Dilma/Lula em função de sua atuação combativa nas jornadas de junho de 2013 e na campanha “Não Vai ter Copa” de 2014. Nosso companheiro, Igor Mendes, está preso há mais de 5 meses em Bangu, onde resiste bravamente.

O único “crime” do MEPR, foi ter sido um dos fundadores de uma frente anti eleitoreira, classista e combativa, que escolheu o caminho da luta e não o da conciliação contra todos os governos de turno e oportunistas do movimento popular.

Hoje quando os direitos dos trabalhadores estão sendo vilmente atacados, pelo governo, e quando uma sombria onda repressiva se abate contra o movimento popular combativo, o PSTU com uma das mãos implora por unidade com a central governista CUT, e com outra mão ataca militantes e organizações classistas e combativas, funcionando como tropa de choque do governo. Este gravíssimo acontecimento revela o papel de verdadeira polícia política deste partido social fascista, que necessita ser repudiado por todo o movimento popular, ativistas independentes e democratas.

Isto alias, não é novidade, tem sido parte inseparável da história desta organização eleitoreira, cuja única razão de existir é a disputa fracassada por lugares rendosos no parlamento para participar de toda podridão que é este estado burguês latifundiário serviçal do imperialismo. Para se cacifar a isto vale tudo, desde o controle de sindicatos e entidades estudantis para manipular os interesses das massas, ao autopromovido papel de polícia política, quando desde 2013 passaram abertamente a fazer coro com a polícia e o governo Dilma/Pezão, contra a violência das massas nos protestos.

Reiteramos que conforme confesso na própria nota do PSTU-RJ, esta agressão é resultado de uma decisão deliberada do PSTU contra o MEPR e a FIP-RJ. Por isso, responsabilizamos não apenas cada um dos agressores diretos, mas principalmente a direção regional e nacional deste partido por estes crimes. Aproveitamos para afirmar que, diferentemente do PSTU, não registramos e não registraremos queixa policial contra os agressores. Lutamos total e radicalmente contra toda esta velha ordem e a única e verdadeira justiça em que confiamos é a justiça das massas populares.

Portanto nosso ajuste de contas com essa corrente trotskista social fascista, esta sendo preparada como parte do ajuste de contas histórico de todo nosso povo contra seus inimigos e traidores, e virá mais cedo do que tarde. Que fique claro que isto não é uma ameaça, mas somente um aviso.

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Posição da OCCI-Rural / RECC-FOB sobre o caso de agressão na UERJ.

A Oposição Classista, Combativa e Independente ao DCE-UFRRJ afiliada à RECC/FOB ao tomar conhecimento das acusações por parte dos companheiros da FIP em relação ao PSTU, demonstra solidariedade aos companheiros que foram agredidos de forma covarde nas instalações da UERJ Maracanã, no último dia 16 de abril de 2015.
Gostariamos de ressaltar que a luta política há de ser feita através do debate amplo e com participação das bases e não com práticas de ganguismo. Isso só enfraquece a luta popular! As notas de esclarecimento do PSTU só confirmam a agressão e tentam justificar o injustificável. As desavenças de assembleia e possíveis ataques machistas, não comprovados, devem ser resolvido de maneira honesta e não covarde, inclusive com agressões a uma jovem militante. Sabemos que esses grupos, como o PSTU, tem se utilizados de calúnias para combater divergências.
Reiteiramos nossa posição de defender a luta classista e combativa que rompa com os métodos do pacifismo e do reformismo e por isso nos colocamos lado a lado aos companheiros e companheiras que nunca faltaram nas trincheiras da luta de classes. Devemos lembrar que esse mesmo partido esteve ao lado das burocracias sindicais no dia 11 de julho de 2013 e nada disse sobre as agressões dos bate paus das centrais contra militantes combativos, anarquistas, marxistas revolucionários e black blocs. Sem contar o papel nefasto da falsa denúncia na Polícia da invasão da sede do partido no RJ por membros da FIP e a constante criminalização que realiza em seus materiais contra a tática black blocs e a ação direta.
Atitudes assim só servem para criminalizar e trazer o foco para companheiros que desde o ano passado sofrem perseguição do Estado e que hoje lutam pela sua liberdade!
Toda solidariedade aos Companheiros e Companheiras da FIP e MEPR!
Abaixo a Prática do Ganguismo.
Viva a Luta Classista e Combativa!
Liberdade para Igor Mendes e todos os Presos Políticos.

ERRATA

ERRATA:

Recebemos um Inbox informando o envolvimento de Gustavo Fagundes na covarde agressão dos militantes do PSTU. O que não ficou claro. A pessoa que nos enviou o Inbox não nos respondeu, pois pedimos a confirmação. Ontem, na plenária, informaram que seria outro Gustavo; algumas pessoas disseram que seria o Gustavo, aluno da UERJ, de Medicina.

Este esclarecimento é apenas para que não haja qualquer confusão sobre quem são as pessoas envolvidas diretamente nas agressões covardes dos militantes do PSTU no último dia 16 de abril. Quando pelo menos mais de 20 “bate-paus” (num total de quase 50) invadiram uma reunião da Frente e agrediram covardemente 6 militantes da FIP-RJ.

Já possuímos fotos de alguns dos envolvidos que serão divulgadas. Confirmado pelos militantes da FIP-RJ que estavam na sala invadida e por testemunhas (estudantes da UERJ).

De toda forma, o PSTU não só não nega as agressões como a reivindica. O que é ainda mais grave, pois como partido centralizado, demonstra-nos claramente que foi uma ação organizada, orquestrada, contra um pequeno grupo em reunião.

As pessoas do PSTU que vieram aqui questionar o envolvimento de Gustavo Fagundes em momento algum questionaram a própria agressão covarde. O que comprova que os próprios membros do PSTU estão de acordo com essa prática de ganguismo.

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Recebido via Inbox:

“Recebi o seguinte relato:

Um amigo meu participou da invasão e disse que foi um revide a opressão sofrida por duas militantes do partido, protagonizada por membros da FIP e por uma eventual destruição de um diretório do PSTU, tb pela FIP (jamais provado), em 2013. Ele afirmou que foi sim, bem desproporcional, mas não se arrepende. o nome é: Gustavo Fagundes da UFF”

Essa mensagem nos mostra como a covarde agressão foi planejada e deliberada pela direção do partido.

Para tirar qualquer dúvida, segue o relato de estudantes da UERJ que presenciaram o covarde espancamento dos ativistas da FIP por 50 bate-paus que se prestaram ao papel de tropa de choque da polícia política.

Video da entrevista com os ativistas atacados pelo PSTU e outros relatos

Saudamos a todas as organizações, entidades e indivíduos que tem se posicionado e repudiado a covarde agressão cometida por 50 bate-paus, entre eles dirigentes, do PSTU a 6 ativistas da FIP. Saudamos em especial aos ativistas da FIP que tem mostrado o quanto sólida é nossa frente, e que este ataque só nos torna mais fortes.
E afirmamos que aqueles que se calam diante de tal atidude deplorável estão sendo coniventes. E aqueles que preferem manter-se na confortavel posição de neutralidade, de forma velada estão na defesa de tais práticas dentro do movimento popular.

Segue o relato dos ativistas agredidos:

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De Bela Mendes (irmã do companheiro preso a mais 4 meses Igor Mendes):

“Só digo uma coisa… Pessoas queridas se feriram… Eu podia estar naquela sala, MINHA MÃE podia estar… Nao tive tempo de fazer uma declaração mais profunda, e também nao consegui absorver tantos absurdos que li, que vi… enfim… Mas diante desse quadro absurdo, alguma coisa parecida com bom senso, fez minha cabeça borbulhar.
Sabe, não acho justo, correto ou coerente e sei la mais o quê que demonstre o minimo de dignidade, qualquer pessoa se abster ou mostrar-se a favor (o que pra mim, da no mesmo) da barbárie cometida pelo P2TU na UERJ, tanto por diferenças ideológicas, quanto por birrinhas a respeito da FIP ou do MEPR. Foi uma covardia sem tamanho, por varios aspectos diferentes, e não acho natural, uma pessoa levar isso como algo cotidiano ou pior… Como aquele argumento tosco do “bandido bom é bandido morto” ou “justiça com as próprias mãos” ou essas bizarrices do gênero, esquecendo quais sao os bandidos e mostrando revolta com aqueles que estão sim, na luta, e nao sentados na frente do computador dando aula de como ser um revolucionário.
Todo apoio e solidariedade aos companheiros feridos, que se defenderam como puderam dessa atrocidade (mais uma), cometida por esses governistas, oportunistas e outras cositas más que eu adoraria falar, mas preciso me conter. Até birra tem limite gente. Respeito por favor.”

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De Maria Alexeivna

“Gostaria de me posicionar brevemente sobre a polemica do machismo no movimento social em que 4 homens do pstu espancam uma mulher do MEPR e do Movimento Feminino Popular em nome do combate ao machismo.cabe lembrar Mariategui, grande marxista latino americano , que muito acertadamente dizia a : “LAS MUJERES COMO LOS HOMBRES SON REACCIONARIAS, CENTRISTAS O REVOLUCIONARIAS, NO PUEDEN, POR CONSIGUIENTE , COMBATIR JUNTAS LA MISMA BATALLA. EN EL ACTUAL PANORAMA HUMANO LA CLASE DIFERENCIA A LOS INDIVIDUOS MAS QUE EL SEXO”.
A opressao feminina eh um problema concreto em nossa sociedade mas ela tem o recorte de classe. Nao se manifesta da mesma forma entre as mulheres burguesas e as mulheres das classes dominadas. Mulheres exploram e oprimem da mesma forma homens e mulheres: Thatcher, Condoleeza Rice, Rainha Elizabeth. Mulheres do povo se alcam a posicao de dirigentes de processos revilucionarios como na India, onde sao metade o Exercito Popular de Libertacao e estao em postos de comando de homens e mulheres como se tornam traidoras do proprio povo como Dilma Roussef.
Quando, na luta de classes, posicoes justas,de luta e combativas se chocam com posicoes opotunistas, de entreguismo e conciliacao com o governismo e ganham na votacao de uma asseembleia o que esta em jogo sao os interesses fundamentais de homens e mulheres do povo. Aqui pouco importa se quem defende as posicoes sao homens ou mulheres: estao representando posicoes distintas na luta de classes. Machismo seria usar deliberadamente a violencia fisica, a intimidacao, usar a baixa auto-estima das mulheres fruto da situacao de inferioridade que eh introjetada pela educacao sexista como forma de impor pontos de vista. Mas convenhamos, quem entra numa assembleia para a implodir nao esta exatamente intimidada.
O machismo tem sido muitas vezes uma coberta para tentar abafar posicoes politicas atrasadas. Ha que ter muito cuidado com isso. Nos mulheres que sofremos opressoes reais nao podemos deixar que as tomem cono instrumentos para encobrir oportunismo. Se uma mulher manda um homem tomar no c.. E recebe o mesmo tratamento de volta nao eh de machismo que se trata e sim pura falta de argumentos politicos. Se queremos respeito, temos que tambem respeitar os outros.
No meu trabalho, havia uma colega que sistematicamente transformava as reunioes do departamento em um lugar insurportavel. Era deliberado, para tentar impedir o clima de unidade e democracia que faria a instituicao avancar num caminho progressista. Era para todos irem embora porque de fato era impossivel l conviver naquelas reunioes. E una tatica antiga do oportunismo a sabotagem. Contra essa violencia so a violencia oposta das massas. Seria isso machismo?”

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