PAREM A GUERRA NA PERIFERIA IMEDIATAMENTE!

Ato pelo FIM DA UPP! FIM DA PM! FIM DA POLÍCIA!
POLÍCIA POLÍTICA QUE MAIS MATA NO MUNDO!
Dia 08/04, às 17h concentração no Largo do Machado.

https://www.facebook.com/events/1561195870817749/

Concentração no Largo do Machado em direção ao Palácio Guanabara, sede da chefia de extermínio da população negra, pobre e favelada!

A concentração para confecção de cartazes será ás 17h
A manifestação sairá entre 18:30 a 19h

Como chegar: Metrô – Estação Largo do Machado

 

DEBATE: Prisões Políticas e Criminalização dos Movimentos Populares (nesta quarta-feira, 08/04/15, às 18h na UERJ)

Será nesta quarta-feira (08/04) às 18h na UERJ.

DEBATE: Prisões Políticas e Criminalização dos Movimentos Populares

Evento: https://www.facebook.com/events/824501967642674/

Informe sobre o ato do dia 4 de Abril no Complexo do Alemão

Sábado, dia 04/04, estivemos no ato no Complexo do Alemão, que se concentrou na Grota e levou cerca de 400 pessoas numa bela marcha pela Estrada do Itararé.

O ato gritava ‘FORA UPP’ e contra a violência e a política de repressão da polícia política que mais mata no mundo, a PMRJ. As faixas e cartazes falavam sobre a violência vivida diariamente no Complexo do Alemão. Uma verdadeira ‘zona de guerra’. As vozes dos moradores e moradoras, apoiadores e apoiadoras, com gritos de ordem como ‘FORA UPP’, ‘FIM DA PM’, ‘POLÍCIA SÓ MATA POBRE’, entre outros, felizmente ofuscaram o carro de som que tentava controlar a manifestação; lembrando bem a prática partidária e de sindicatos patronais.

Infelizmente, as ONG’s funcionam como mais um braço do Estado dentro das favelas, com o objetivo de pacificar a revolta popular e controlar a luta do povo. Dirigindo uma manifestação, por exemplo.

As ONGs e seus “ongueiros” e “personalidades” tentaram controlar a manifestação e pacificar a justa revolta popular, não conseguiram. O povo quando está na rua não aceita ser controlado. O Estado já o faz todos os dias! A revolta e a vontade de gritar contra seus opressores é mais forte que qualquer carro de som ou controle. O povo escolherá a sua forma de luta.

Chegaram ao ponto de defender a Globo. Novamente, não conseguiram. A população expulsou a Globo da manifestação aos gritos de: “O povo não é bobo, abaixo a rede globo”. A Globo age como polícia e com a polícia. Representam o monopólio da comunicação no país. “Comunicação” que criminaliza as favelas e periferias todos os dias. Quem não sabe?

Nenhum tribunal acabará com a opressão e os assassinatos nas favelas e periferias. É algo que o povo tem que acabar com as próprias mãos. Organizando-se e lutando.

Se a sociedade capitalista só se sustenta através da opressão “o povo (negro) tem o direito de usar qualquer meio necessário para se defender e fazer justiça”. Malcom X.

VIVA A LUTA DO POVO!
FIM DA UPP! FIM DA POLÍCIA!
OS TERRORISTAS VESTEM FARDAS!

Mercenários das Organizações Globo, travestidos de jornalistas, são expulsos do ato:

Vídeo do Coletivo Papo Reto:

 

A manipulação da Rede Globo (nas palvras da ativista Paula Kossatz):

“Ontem, no site do G1, havia uma matéria com um vídeo da Globo News que havia sido feito ao vivo durante o PROTESTO LEGÍTIMO E PACÍFICO por causa das mortes ocorridas durante a ação desastrosa da polícia militar no Complexo do Alemão. A matéria era esta aqui: http://migre.me/pku0g

No vídeo original, a repórter Carolina Cimenti, que estava ao vivo cobrindo o ato, relatava a dor dos moradores com a morte do menino Eduardo e mostrava claramente a natureza pacífica do ato com mulheres, crianças, jovens e homens segurando cartazes e panos brancos pedindo PAZ, o que era bem nítido nas imagens, assim como era nítida a comoção da jovem repórter.

A repórter falou, durante a transmissão para o programa da Leilane Neubarth, de entrevistas que ela havia feito durante o dia com moradores e moradoras sobre a rotina massacrante de todos ali, do medo em que vivem (sabemos todos que o medo é dos policiais da UPP), mas é claro que estas entrevistas nunca vão ao ar e se são mencionadas em algum momento, a tal “crítica à UPP” é sempre taxada como uma “defesa ao tráfico”… haja distorção, haja manipulação. Em alguns momentos da transmissão a Leilane insistia em interromper a repórter quando ela entrava em algum assunto sobre “um buraco mais embaixo”…

Bem, o “vídeo” (no link acima do migre.me) que entrou hoje no lugar deste aqui do post, é todo editado, e agora os moradores não são mais chamados de moradores e sim de “um grupo”… esta nova nomenclatura os deixa a um passo de grupo “de guerrilha armada” ou “grupo terrorista” como a Globo bem gosta de taxar qualquer movimento a favor da liberdade e da democracia. A nova edição deixa tudo no ar e tira da polícia a responsabilidade do ataque violento. Mais um, pois parece que não bastaram as quatro mortes no dia anterior.

O nome desta troca de vídeo se chama CENSURA interna. A própria Globo se censurou em nome da manutenção do Status Quo. Ainda bem que eu gravei pelo celular o vídeo original, já imaginando que eles iriam tirar do ar (eles sempre fazem isso). A repórter foi corajosa e espero que não tenha sofrido represálias dentro da empresa.

Assistam ao vídeo original abaixo: https://www.facebook.com/video.php?v=10205031291555565″

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Vídeo divulgado pelo Coletivo Mariachi:

 

 

 

Informe sobre as prisões durante o ATO CONTRA A COMEMORAÇÃO DOS 51 ANOS DO GOLPE MILITAR

Magioli, Yoran, Gustavo e Antonio foram agredidos e levados detidos pela repressão policial na manifestação pela punição aos ttorturadores do regime militar.

Como consequência dessa arbitrariedade, Gustavo teve um corte na sua cabeça e sua mochila roubada pelos PMs. Os quatro manifestantes estão sendo acusados de terem jogado objetos nos policias, sendo enquadrados na tipificação penal de “vias de fato”, que é de competência do JECRIM, por ser de menor potencial ofensivo. Quanto a essa acusação, eles só falarão em juízo.

No entanto, registramos também a ocorrência do abuso de autoridade a qual eles foram submetidos, o roubo da mochila do Gustavo e, ainda, a injúria feita por um PM já dentro da delegacia.
Foi notório o desconforto do delegado por ter que fazer esse registro e o trabalho que os PMs tiveram para elaborar suas falácias.

A audiência de conciliação no 1o JECRIM já foi designada para 29/09/2015, às13:50.

Não passarão!

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RJ: JOVEM É PRESO DE FORMA COVARDE DURANTE ATO CONTRA A COMEMORAÇÃO DOS 51 ANOS DO GOLPE MILITAR

Por RAFAEL GOMES PENELAS / A Nova Democracia

Nesta última quarta-feira, 1º de abril, nossa reportagem registrou o momento em que um jovem foi preso de forma arbitrária e violenta pela PM durante o ato contra a comemoração dos 51 anos do golpe militar realizado no Centro do Rio.

A juventude combatente não se intimidou perante a brutalidade policial e um grupo de ativistas lançou garrafas com tinta vermelha na fachada do Clube Militar, simbolizando o sangue dos jovens tombados na luta contra o fascismo.

Como já noticiamos anteriormente, além deste que aparece no vídeo, outros 3 jovens foram presos. Eles foram encaminhados à 17ª DP, em São Cristóvão, e liberados por volta das 3h da madrugada.

 

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Nota do CEBRASPO (https://www.facebook.com/491826654234077/photos/a.492253130858096.1073741827.491826654234077/785758408174232/?type=1):

No dia em que se completam os 51 anos de golpe militar no Brasil, a juventude combatente do Rio de Janeiro saiu às ruas para exigir a punição de todos os torturadores e mandantes de torturas, assassinatos e violações praticados durante o regime militar.

Quando foram arremessadas garrafas com tinta vermelha na sede do Clube Militar a polícia tentou dispersar o ato com cacetadas. Quatro jovens foram detidos: Matheus Magioli, Antonio Lucas Furtado, Gustavo Uchoa e Yoran Barbosa.
Alguns ativistas se concentram na porta da 17ª DP (São Cristóvão) para garantir a liberação dos manifestantes.
Alguns manifestantes foram feridos por policiais.

 

Informes e imagens sobre o ato convocado pela FIPRJ contra o “aniversário” do golpe militar

Mais algumas imagens do ato contra o “aniversário” do golpe de 64 e o regime militar.

Após a concentração pela paralisação dos professores e das professoras, pouco mais de 100 pessoas marcharam ao Clube Militar e estiveram presentes no ato contra a ditadura.

Essa data, parte triste e de terror de um Brasil historicamente militarista, e que explica muito a nossa realidade atual, não pode ser silenciada pela “grande imprensa” – que colaborou com o próprio golpe de 64 e o regime militar. Muito menos “esquecida” ou “ignorada” por aquelxs que se dizem de esquerda.

O vermelho do sangue de milhares de torturados, desaparecidos e assassinados pela ditadura ficou marcado nas portas do Clube Militar!

Nunca será esquecido!
Fascistas NÃO PASARÃO!
OS TERRORISTAS VESTEM FARDAS!

Faixa estendida na porta do Clube Militar! Ato de 01 de abril de 2015. Fascistas NÃO PASSARÃO!

Torturadores criminosos e fascistas, não passarão!

Vídeo do CMI-Rio:

Mais fotos do Jornal AND:

Ato dia 31/3/15: 10 ANOS DA CHACINA DA BAIXADA

Com informações da Rede de Comunidades e Movimentos contra a Violência

10 ANOS DA CHACINA DA BAIXADA

A DITADURA NÃO ACABOU NAS PERIFERIAS!

Na noite do dia 31 de março de 2005, quando se completavam 41 anos do golpe militar de 1964, policiais militares iniciaram uma série de assassinatos em Nova Iguaçu e só terminaram a ação em Queimados. No total, 29 pessoas morreram e somente uma conseguiu sobreviver. Foi a maior matança realizada por agentes do Estado até hoje no Rio de Janeiro de uma só vez, teve intensa repercussão nacional e internacional, e ficou conhecida como a Chacina da Baixada.

A mobilização da sociedade a partir desse massacre, principalmente dos familiares das vítimas e organizações defensoras dos direitos humanos, obrigou o Estado a fazer o que geralmente não acontece quando se trata de crimes cometidos por grupos de extermínio: investigar e chegar a alguns dos culpados. Dos 11 policiais diretamente envolvidos, apenas 5 foram julgados, 4 foram condenados e 1 foi absolvido, e mais um, beneficiado pela chamada “delação premiada”, foi assassinado na prisão por seus ex-comparsas.

Os outros não foram julgados, e nenhum mandante ou chefe do grupo de extermínio do qual os condenados faziam parte foram investigados, embora tenha sido formada, logo após a chacina, uma suposta comissão de nível federal que deveria investigar a fundo os grupos de extermínio atuantes na Baixada Fluminense.
Em consequência, embora tenha sido uma vitória da mobilização popular os julgamentos e condenações, o quadro de violência, matanças e impunidade nessa periferia do Grande Rio não se alterou significativamente nestes seis anos. De certa forma se agravou, pois enquanto a propaganda e as ilusões em relação às Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) alimentam a ideia de que há uma nova realidade de segurança pública no Rio, a extrema violência que prossegue em regiões periféricas como a Baixada, a Zona Oeste do município do Rio e São Gonçalo/Itaboraí, ficam esquecidas pela grande imprensa e por grande parte da chamada “opinião pública”.

Deve-se lembrar, aliás, que é para essa periferia pobre, carente dos serviços públicos mais básicos, e esquecida pela mídia, que os atuais projetos de remoção de comunidades, estimulados pela especulação imobiliária desencadeada pela realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas, querem levar ainda mais pessoas pobres. Pretende-se, dessa maneira, aprofundar a construção de uma metrópole segregada e dividida, onde a maior parte da população (a parte pobre) viveria em regiões distantes, abandonadas e “invisíveis”.

É por isso que os familiares das vítimas da Chacina da Baixada, e movimentos e organizações defensoras dos direitos humanos, fazem questão de sempre lembrar o 31 de Março e a Baixada como uma data e um lugar que nunca podem ser esquecidos. Os oito anos da chacina serão lembrados por uma caminhada que vai refazer o trajeto dos assassinos pelas ruas de Nova Iguaçu, naquela noite horripilante.

A concentração será na Via Dutra, na altura da concessionária Besouro Veículos, às 14hs, no 31/03/2015.

DIA 31/03, ÀS 14HS – VIA DUTRA

Mais informações: 97648-5418 OU 98640-6823

Nota de Repúdio à intervenção militar na Maré e pelo direito à livre manifestação!

Nota de Repúdio à intervenção militar na Maré e pelo direito à livre manifestação!

A Frente Independente Popular do Rio de Janeiro (FIP-RJ) vem saudar a justa manifestação e revolta dos moradores do Complexo da Maré. Repudiamos a intervenção militar na Maré e a repressão promovida pelos governos Dilma e Pezão contra o povo pobre e negro, através das UPP’s e das Forças Armadas.

No dia 23/02, os moradores da Maré saíram às ruas em defesa da vida e em repúdio à violência exercida pelas tropas militares, denunciando a violência que sofrem diariamente.

Iniciada em abril de 2014, a intervenção militar na Maré promove uma política de extermínio contra o povo, além de toda forma de abusos e restrições de direitos.

Para tentar conter a JUSTA REVOLTA do povo, as tropas militares do Estado brasileiro reprimiram covardemente os manifestantes. Durante o protesto, policiais e soldados do Exército usaram bombas de gás, spray de pimenta, balas de borracha e, inclusive, munições letais. Tiros de pistola e fuzis foram disparados na direção dos manifestantes.

A violenta repressão ocorrida na segunda-feira, dia 23/02, deixa claro que esses governos, que obrigam o povo a viver em péssimas condições de vida e de trabalho, sem saneamento básico, saúde e educação, também colocam o povo sob constante ameaça da polícia e do Exército. Tratam o povo como inimigo. Para completar toda essa política antidemocrática tentam proibir os moradores de protestar contra as chacinas de seus próprios familiares!

Mas, mesmo diante de toda repressão, os moradores agiram com ainda mais coragem, enfrentando as tropas militares do Estado! Exercendo seu legítimo direito de lutar, os moradores da Maré permaneceram nas ruas.

Frente a opressão e repressão exercida pelo Estado, resistir é um direito e cabe ao povo escolher seus métodos de luta. A FIP-RJ manifesta seu apoio e solidariedade aos moradores e moradoras da Maré que se ergueram em luta contra as injustiças sociais!

Viva a justa revolta dos moradores da Maré!

* A ‘nota-panfleto’ em anexo. Cerca de 2.000 já foram distribuídos.

Informes sobre a Manifestação ocorrida ontem no Complexo da Maré

A realidade dos moradores da Maré

Manifestação ocorrida ontem. Em favor da VIDA no Complexo da Maré. Contra a criminalização da pobreza e o genocídio do povo pobre e negro.

Mais uma vez a Polícia e o Exército transformaram um protesto legítimo, pelo direito à vida e contra os crimes cometidos pelo Estado, numa total praça de guerra. Ataques de bomba de gás lacrimogênio, que não paravam de cruzar o céu mareense, atingiram as casas dos moradores que, deseperados, precisaram socorrer seus filhos e filhas. Muitas bombas de efeito moral, tiros de bala de borracha e de arma de fogo foram disparados. As incessantes rajadas de pistolas e fuzis, por parte da Polícia e do Exército, demonstraram o teor de intimidação e covardia. É, de fato, um recado para que o povo pobre e negro não se manifeste, não proteste; que aceite “calado” as injustiças sociais diárias.

Felizmente, não funcionou. A manifestação seguiu firme diante de toda a intimidação. E quando o protesto pacífico foi reprimido com tiros de fuzil pelas “Forças de Pacificação” e bombas de efeito moral e de gás lacrimogênio atiradas pela PM, moradores se revoltaram e revidaram; começaram a sair às ruas aos montes e a responder ao ataque da Tropa de Choque com pedras, garrafas e fogos de artifício.

A população das favelas e periferias do Rio de Janeiro vivem no que podemos chamar de “Apartheid democrático”, onde o “Estado Democrático de Direito” é, na verdade, uma Ditadura da Burguesia. Com suas leis burguesas impõem uma segregação social e racial.

A revolta do povo pobre e negro, dos explorados e oprimidos, e neste caso em especial, dos moradores do Complexo da Maré é mais do que justa. É necessária!

Viva a luta do povo!

Abaixo as fotos da Comissão de Comunicação da FIP-RJ:

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Informes do Coletivo MIC:

POLÍCIA E EXÉRCITO ATIRAM COM MUNIÇÃO LETAL CONTRA A POPULAÇÃO

Ato pela vida acaba violentamente em razão do forte ataque das Forças de Segurança, no caso, a Polícia Militar(Ostensiva e Choque) e o Exército, contra os manifestantes que clamavam por paz.

O Complexo da Maré, localizado na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, hoje é uma área ocupada pelo exército brasileiro. Muitas denúncias sobre abuso de autoridade tem sido apresentadas pela população local. A situação atualmente é grave e vários cidadãos se sentem ameaçados.

Ontem, dia 23, foi marcado um ato pela paz. Infelizmente tal manifestação se tornou uma praça de guerra. O Coletivo Mariachi e a MIC estiveram presentes, realizando uma reportagem que certamente mostra um ponto de vista diferente do que será visto na mídia corporativa.

Batalha campal no Complexo da Maré:

Imagens e texto do Jornal AND:

REBELIÃO POPULAR NO COMPLEXO DA MARÉ
Polícia dispara munição letal contra manifestantes

A equipe de reportagem de AND acaba de voltar do Complexo da Maré, onde moradores se levantaram com paus e pedras em uma ação sem precedentes contra as forças de pacificação na história da militarização de favelas no Rio de Janeiro. Depois de um protesto pacífico reprimido com tiros de fuzil pelas Forças de Pacificação e bombas de gás atiradas pela PM, moradores se revoltaram e revidaram com pedras e morteiros dos acessos às favelas Vila do João, Vila do Pinheiro e Baixa do Sapateiro.

A Tropa de Choque chegou ao local ainda às 20h, mas não foi capaz de conter a fúria das massas. Às 22h, fartos daquela ação covarde que deixou incontáveis moradores, feridos e intoxicados pelo gás, além das cotidianas ações do exército e da polícia na Maré, moradores surgiram dos becos em grupos enormes de centenas de pessoas e expulsaram um contingente de mais de 200 policiais de um longo trecho da Linha Amarela. A via que margeia o Complexo da Maré é uma das principais da cidade.

Mesmo vendo que não havia disparos de munição letal, policiais atiraram com pistolas e fuzis a esmo direto contra a multidão. Ao menos uma pessoa foi baleada e levada para a Unidade de Pronto Atendimento que existe próximo ao local. A ação é uma contundente resposta à presença das tropas de repressão do velho Estado, que somente nas últimas duas semanas, deixaram dois mortos e vários feridos em ações desastrosas nas favelas Salsa e Merengue e Vila do João.

Em duas ocasiões, veículos tripulados por moradores foram metralhados por soldados do exército sem absolutamente nenhum motivo. Tamanha a violência da polícia e das Forças de Pacificação, “uma faísca pode incendiar a pradaria”. Fiquem atentos, pois daqui a pouco publicaremos um vídeo com imagens exclusivas do confronto no Complexo da Maré.

Via MIC:

”PM TOCA TERROR NA MARÉ CONTRA O DIREITO DE LIVRE MANIFESTAÇÃO

Ontem (23/02), no protesto da comunidade mareense contra o estado de exceção representado pela ocupação militar da comunidade, pela vida e pelo direito de ir e vir, houve forte repressão da PM.

A polícia foi acusada, por diversos participantes da manifestação, de disparar tiros de arma letal contra os manifestantes que, de forma contundente, ocuparam as pistas da Av. Brasil e depois a Linha Amarela, e os acessos à Linha Vermelha, que só foram liberados após às 23h.

Noite adentro, horas após o fim do protesto, o terror de estado continuou dentro da comunidade. A PM usou a esmo, e em grande quantidade, bombas de gás lacrimogêneo, causando mal-estar em milhares, indistintamente, idosos e crianças entre eles.

“Já não havia protesto, mas a mensagem do terror policial era clara: é isso o que acontece quando vocês favelados ousam lutar contra o estado por seus direitos.”, afirmou uma moradora.

A manifestação foi organizada pelo movimento Maré Vive, de moradores da comunidade: “sem partido, sem ONG, sem facção, sem líder, é nós por nós”, afirmam na descrição do evento.

A manifestação foi organizada após casos recentes de pessoas da comunidade assassinadas pela PM e pelo exército, que em duas ocasiões diferentes, recentes, abriu fogo contra duas kombis que transportavam moradores, com vítimas mortas e feridos, entre outros casos graves de violência institucionalizada inclusive contra crianças. Ainda hoje um adolescente foi baleado na Vila do João.”

(Laboratório de Direitos Humanos de Manguinhos)

NOTÍCIAS DE BRASÍLIA – Processo contra os 23 ativistas: E mais uma vez o infiltrado Maurício Alves da Silva (foto) não comparece à audiência

Via MIC

NOTÍCIAS DE BRASÍLIA – Processo contra os 23 ativistas: E mais uma vez o infiltrado Maurício Alves da Silva (foto) não comparece à audiência

“O infiltrado ilegal não veio de novo depor. O Juiz confirmou que ele está lotado aqui na Polícia Militar do DF, cujo comando recebeu a requisição do Juízo. A oitiva dele foi remarcada para 09/03/14, às 17:00.

Como tínhamos previsto, ele não compareceu nem deu satisfação. Penso que avaliamos corretamente quanto ao sistema estar protegendo e preservando seu agente. Eles sabem que, se ele aparecer, vamos obrigá-lo a “abrir o bico” em Juízo. Não só desmascararemos suas mentiras como vamos atrás das autoridades maiores, responsáveis por essa infiltração ilegal.

A ausência de hoje e a designação para o dia 09/03, acrescentam um problema. É que, embora a oitiva por precatória não quebre a ordem do rito processual, tendo em vista a importância e o teor do depoimento dessa testemunha de acusação, também arrolada por algumas defesas, não pode ser tomado após os interrogatórios, sob pena de possível prejuízo irreparável para a defesa, razão pela qual pediremos ao Juiz Flávio Itabaiana o adiamento da audiência já designada para o dia 02/03/14.

As cortes internacionais vão tomar conhecimento de como funciona o tão propalado “Estado Democrático de Direito” no Brasil.

Não desistiremos! Não passarão!”

Marino D’Icarahy